Michael Jordan 50 Anos – Vida Pós-Bulls

Michael-Jordan-michael-jordan-225004_1024_768O BullsBrasil escreve, em uma série de posts, a trajetória de Michael Jordan, que completa essa semana 50 anos de vida. Contando detalhes sobre a vida e carreira do maior jogador de basquete todos os tempos.

*Para os leitores que não viram os posts anteriores, clique nos números para verem os posts 1234 e 5.

Voltando a Ativa Pela Segunda Vez (1999-2003)

Depois de se consagrar como maior jogador da história do basquete, Michael retorna a liga como um dos membros da presidência do Washington Wizards., onde ele tinha a responsabilidade de comandar as ações nas partes de contratação e escolhas de draft.

No seu primeiro draft, recrutou o pivô Kwane Brown, na escolha nº 1 em 2001, mas o jogador não conseguiu se firmar e acabou trocado quatro temporadas depois.

No mesmo ano, seguindo o exemplo de seu amigo e lenda do hóquei no gelo, Mario Lemieux, que aposentou e depois retornou a NHL, anunciou, no dia 25 de Setembro, seu segundo retorno a liga, defendo a franquia da capital. Sua reestreia, foi em sua terra natal, Nova York, contra os Knicks, no dia 30 de Outubro de 2002.

Antes do início da temporada, Michael revela o seu lado humano, ajudando as vítimas da tragédia do 11 de Setembro, na queda das torres gêmeas. MJ doa o seu salário para ajudar os necessitados.

Em um jogo apertado (vitória de NY por 93-91), Michael anota 19 pontos, distribui seis assistências, pega cinco rebotes e faz quatro desarmes em seu primeiro jogo após sua segunda aposentadoria.

Michael Jordan Aos 39 anos, MJ lidera a equipe dos Wizards em pontos (22,9 ppg), assistências (5,2 apg) e roubos de bola (1,4 rpg). Mas pela primeira vez na carreira, assiste a pós-temporada pela tv, já que o seu time não consegue avançar para a próxima fase.

Em sua última temporada, MJ descobre o tamanho do legado que ele havia deixado. No All-Star Game daquele ano, os armadores eleitos pelo público, Allen Iverson e Tracy McGrady oferecem seu posto de titular na equipe do leste para Michael, mas ele recusa. Por pressão do público, acaba cedendo, e joga a partida como titular, após receber convite de Vince Carter.

Mas antes, no dia 24 de Janeiro, Michael faria o seu último jogo no United Center, contra o time de seu coração. Em uma partida até tímida, faz apenas 11 pontos, mas isso fica em segundo plano, pois os torcedores não esquecem do jogador que foi em Chicago, ao ovacionarem o maior de todos, mesmo como visitante.

Aos 40 anos e 5 dias, se tornou o jogador mais velho da história ao anotar 43 pontos no jogo contra os Nets, em Washington.

E não foi só isso. No dia 11 de Abril do mesmo ano, quando o Washington foi visitar o Heat, Michael recebeu homenagem de Pat Riley (gerenal manager da franquia), e viu o número 23 sendo retirado pela franquia do sul da Flórida. Detalhe: ele nunca jogou pelo Miami Heat.

A Despedida Definitiva (16/4/2003)

michael-jordan-2003O jogo era fora de casa, na Pensilvânia, contra os 76ers. Os Wizards já estavam eliminados, não tinham mais pretensão de nada, e Filadélfia já estava classificado para a pós-temporada. A partida marcaria a última vez que veríamos Michael Jordan em ação (foto). Não o Michael que voava em quadra nos tempos de Chicago, e sim, da lenda viva que ele se transformara.

Em 28 minutos, anota apenas 15 pontos em seu último jogo e os 76ers vencem com facilidade (107-87). Mas o público queriam ver Michael, e gritavam a toda vez que ele ia para o banco: We want Mike!

Há dois minutos de fim do jogo, Jordan sofre falta intencional de Eric Snow, de Filadélfia e anota seus dois últimos pontos na carreira. Com 1:45 para o final, John Salmons provoca uma falta, só para MJ ser substituído, e ser ovacionado pelos colegas de time, adversários, juízes e pelos mais de 21 mil torcedores presentes ao First Union Center.

Aposentado Sim, Distante Nunca (2003-Hoje)

Após se retirar do basquete, em definitivo, Michael se volta ao seu posto antigo, entre os gerentes do Wizards, mas não fica muito tempo, deixando o cargo no mesmo ano.

michael-jordan0907Em 2005, Jordan entra como sócio da mais nova franquia da NBA, o Charlotte Bobcats (foto), mas desde que entrou como manager, não consegue repetir a carreira de sucesso dos tempos de jogador, e os Cats não conseguem engrenar. A franquia já teve jogadores como Stephen Jackson e Gerald Wallace, e o técnico Larry Brown, campeão com o Pistons em 2004.

Hoje, o time tenta recuperar o orgulho da cidade no basquete, nas mãos do ótimo armador Kemba Walker e em uma base jovem, que pode colher frutos daqui a duas ou três temporadas, se o núcleo for mantido.

Torçamos para que Michael tenha sucesso, como manager, assim como ele foi nas quadras, e que dias melhores venham para MJ e os Bobcats.

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2 Respostas para “Michael Jordan 50 Anos – Vida Pós-Bulls

  1. Pingback: Happy Birthday, MJ | Chicago Bulls Brasil

  2. Sou um entre milhões de fãs torcendo pelo o PELÉ DO BASQUETE

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