Lance Livre – Resumo da temporada

Vamos continuar a nossa análise da última temporada e o jogador da vez é Joakim Noah.

Bem, confesso que fui um dos grandes críticos da escolha do ala-pivô Joakim Noah pelo Chicago Bulls e aproveito para dizer que, por mais que digam que ele é pivô, eu não aceito a tese. Ele joga no centro porque pivô na NBA é artigo de luxo, poucas equipes têm e por isso acabou exercendo esta função.

O camisa 13 de Chicago foi a nona escolha e critiquei muito a direção do Bulls pelo fato da equipe precisar de um jogador de garrafão com uma maior capacidade ofensiva, algo que o calouro não tem. Porém, Noah compensou tudo isso com muita garra. Graças a esta virtude, ajudou muito o Bulls com diversos rebotes ofensivos, algo que o Big Ben (ainda bem que foi embora) não conseguia.

Joakim esteve envolvido em algumas polêmicas, e por ser muito espontâneo, algumas vezes acabou falando demais e, logo no início da temporada, acabou sendo criticado pelo ex-técnico Scott Skiles. No meio da temporada, teve uma discussão com o assistente Ron Adams e acabou punido por um jogo. Após uma reunião realizada com o elenco do Bulls, sob a liderança de Wallace, o jogador foi afastado de outra partida, tudo com a omissão do GM John Paxson, que achou tudo normal.

Após o episódio, Ben Wallace acabou saindo de Chicago e, desta forma, Noah acabou ganhando espaço e o seu rendimento cresceu. Por diversas vezes, conseguiu digito duplo em rebotes e pontos.

A sua pontuação máxima no ano foi contra o Milwaukee Bucks, tendo anotado 18 pontos; e o máximo de rebotes foi contra o Cleveland Cavaliers: 20 rebotes, sendo 10 ofensivos e 10 defensivos. Nada mal para um iniciante.

No final da temporada, Noah teve outro problema em que foi pego com maconha, mas acabou resolvendo a situação com a justiça da Florida, onde o fato ocorreu.

Apesar dos deslizes, sou favorável à sua permanência. Com um melhor trabalho, tem tudo para crescer e ser uma peça importante para a recuperação do time de Illinois para a próxima temporada e, quem sabe, ser um dos líderes de time, afinal das contas, personalidade não falta ao garoto.

Veja os resumos anteriores:

Thabo Sefolosha

Ben Gordon

Luol Deng

Kirk Hinrich

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2 comentários em “Lance Livre – Resumo da temporada

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  1. “…ele joga no centro porque, pivô na NBA é artigo de luxo, poucas equipes tem e por isso acabou exercendo esta função.” [2]

    Esse cara não é pivô nem aqui nem na china … fato .

    Ele poderia ser um bom reserva, se ele permanecer como titular é pq o Bulls não conseguiu nada melhor para a posição, pois ele não é jogador de ponta e sinceramente eu acho que nunca vai ser . Como reserva poderia ser muito bem aproveitado, como 7º ou 8º homem ( Gordon eterno 6º homem rs ) , agora como titular eu acho que ele deixa a equipe fraquinha ofensivamente e defensivamente só vejo vontade nada mais do que isso , tirando que o cara é uma vareta .

    E aproveitando o gancho …

    Fora Nocione !!!

  2. Esperemos que o Del NEgro e seu Staff façam o básico de evouir esses jovens jjogares PELO MENOS… po cara tá derramando potencial.. bem como Sefolosha!

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